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Bandeiras Tarifárias:

A bandeira é uma sinalização do custo real da geração no momento de consumo da energia. Com as bandeiras, a conta de luz fica mais transparente e o consumidor pode usar a energia de forma mais consciente, com oportunidade de adaptar seu consumo.

Quando as chuvas são escassas, como o período que o país passa atualmente, as termelétricas são usadas para gerar mais energia, com valor mais elevado, fazendo com que os valores arrecadados sejam insuficientes para cobrir os custos. O Valor arrecadado na fatura de energia é repassado integralmente para Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE, onde é destinado a administrado os recursos recebidos de todas as distribuidoras do país.

 

Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;

Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01874 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos;

Bandeira vermelha - Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,03971 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

Bandeira vermelha - Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,09492 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

Bandeira Escassez Hídrica: Esse patamar foi criado por determinação da Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (CREG) para custear com recursos da bandeira tarifária os custos excepcionais do acionamento de usinas térmicas e da importação de energia. Escassez Hídrica ficará no valor de R$14,20 a cada 100 quilowatt-hora consumidos. Essa cobrança valerá para todos os consumidores do Sistema Interligado Nacional de setembro deste ano a abril de 2022.

 

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